
A osteoporose é identificada quando há diminuição da densidade óssea, ficando abaixo de 2,5 desvios padrão em relação à densidade óssea média de um adulto jovem. Isto leva a uma maior fragilidade do osso e ao aumento do risco de fraturas, devido à falta de calcificação e conseqüente redução de massa óssea.
Quais os sintomas ?
Os sintomas mais comuns da osteoporose são as dores nas articulações e nos ossos, que só acontecem depois das fraturas. Aliás, as fraturas são o grande risco da osteoporose, sendo as mais comuns: de punho, vértebras, costelas e, principalmente, a do cólo do fêmur (osso da coxa).
Maior incidência da doença
A osteoporose costuma ter maior incidência em:
a) mulheres na pós-menopausa e em pessoas de idade mais avançada.
b) pessoas que já sofreram múltiplas fraturas.
c) mulheres que, na juventude, passaram períodos sem menstruar.
d) pessoas que fumam, bebem muito, não praticam exercícios e que consumiram pouco leite e derivados (cálcio) na fase de crescimento.
e) pessoas que utilizaram ou utilizam cortisona, hormônios da tireóide, anticonvulsivantes e imunossupressores depois de transplantes.
f) pessoas com diabetes, insuficiência renal, cirrose ou hipertireoidismo, crianças com raquitismo ou outras doenças ósseas.
Como detectar?
A doença pode ser detectada pelo exame de densitometria óssea e por exames de laboratórios chamados marcadores ósseos.
Como prevenir ?
Começa na infância, construindo-se uma boa massa óssea pela ingestão de laticínios ou alimentos ricos em cálcio, como brócolis, espinafre e peixes; prática de exercícios físicos; banho de sol saudável (até às 10h e após às 15h); evitar o fumo, o peso excessivamente baixo e falta de hormônios femininos, que pode ocorrer já em mulheres jovens ou mais comumente na menopausa.